Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS07 de novembro de 2026
Enem: confira as regras, os horários e os itens proibidos na provaBombeiros continuam buscas em prédio que desabou no BrásPGR pede suspensão de ações contra proibição de betsProfessores comentam primeiro dia de provas ao vivo na Resenha do Enem"O Projeto" denuncia colonialismo e cobra responsabilidade da EuropaMostra une mulheres abolicionistas e luta antirracista contemporâneaMunicípios da tríplice fronteira recebem mobilização contra o sarampoDo linguajar ao salário, estudo aponta racismo na “indústria do som”Mostra de Cinema Adelia Sampaio homenageará cineastas de duas geraçõesProteção dos Montes Oceânicos avança com consulta pública no nordesteRio: Receita apreende entorpecentes em galpão de transportadoraLutador de jiu-jitsu é preso por tentativa de feminicídio no RioEnem 2026: saiba o que levar no dia da provaNão há necessidade de vacinação da população contra mpoxEnem 2026: candidatos vivem expectativa sobre o tema da redaçãoVR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábadoCartórios fazem mutirão para prevenir golpes na compra de imóveisEnem: confira as regras da redação e dicas para um texto nota 1.000Lula vai às Filipinas buscando estreitar vínculo com bloco asiáticoTeto de loja de roupas desaba no Brás, em São PauloEnem: confira as regras, os horários e os itens proibidos na provaBombeiros continuam buscas em prédio que desabou no BrásPGR pede suspensão de ações contra proibição de betsProfessores comentam primeiro dia de provas ao vivo na Resenha do Enem"O Projeto" denuncia colonialismo e cobra responsabilidade da EuropaMostra une mulheres abolicionistas e luta antirracista contemporâneaMunicípios da tríplice fronteira recebem mobilização contra o sarampoDo linguajar ao salário, estudo aponta racismo na “indústria do som”Mostra de Cinema Adelia Sampaio homenageará cineastas de duas geraçõesProteção dos Montes Oceânicos avança com consulta pública no nordesteRio: Receita apreende entorpecentes em galpão de transportadoraLutador de jiu-jitsu é preso por tentativa de feminicídio no RioEnem 2026: saiba o que levar no dia da provaNão há necessidade de vacinação da população contra mpoxEnem 2026: candidatos vivem expectativa sobre o tema da redaçãoVR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábadoCartórios fazem mutirão para prevenir golpes na compra de imóveisEnem: confira as regras da redação e dicas para um texto nota 1.000Lula vai às Filipinas buscando estreitar vínculo com bloco asiáticoTeto de loja de roupas desaba no Brás, em São Paulo
Política

Comissão da Câmara começa a analisar relatório do fim da jornada 6X1

A Comissão Especial na Câmara dos Deputados iniciou há pouco a análise da proposta do fim da escala 6x1. O colegiado pretende votar o relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. O Executivo e a Câmara fecharam um acordo nesta segunda-feira (25) que estabelece o prazo de 60 dias para o fim da escala 6x1 após a promulgação da proposta de emenda à Constituição (PEC). Notícias relacionadas: Acordo prevê regra de transição d

Fonte: Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil25 de maio de 2026 às 21:338 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Comissão da Câmara começa a analisar relatório do fim da jornada 6X1
Foto: Agência Brasil
A Comissão Especial na Câmara dos Deputados iniciou há pouco a análise da proposta do fim da escala 6x1. O colegiado pretende votar o relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais.

O Executivo e a Câmara fecharam um acordo nesta segunda-feira (25) que estabelece o prazo de 60 dias para o fim da escala 6x1 após a promulgação da proposta de emenda à Constituição (PEC).

Com a mudança, o trabalhador passará a folgar dois dias por semana já no início da transição. Também nesse prazo a jornada será reduzida de 44 horas para 42 horas semanais, e 12 meses após a promulgação, a jornada deve cair para as 40 horas semanais. 

O acordo foi anunciado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), acompanhado dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e de Relações Institucionais, José Guimarães.

“A transição se dará dentro de um ano, não mais do que isso. Nós faremos a redução de 44 horas para 40 horas em um ano, após essa primeira redução de 2 horas. Isso atende um apelo da classe trabalhadora e também escuta o setor produtivo. Dá um tempo para que os setores possam se organizar”, afirmou Motta.

Ao iniciar a reunião, o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), agradeceu o empenho de Motta na tramitação da proposta e disse que a ação do governo foi fundamental para o avanço do debate.

“O momento político de a gente ter um governo que tem compromisso com a classe trabalhadora também nos ajudou. Tem um conjunto de fatores que permite que a gente possa estar fazendo história nesse momento”, afirmou.

A proposta, após a promulgação da PEC, em 60 dias:

  •     início da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso; 
  •     jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas. 

Em 1 ano:

  •  jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais. 

Regras para MEI 

O presidente da Câmara, Hugo Motta, antecipou a proposta para que os microempreendedores individuais (MEI) sejam autorizados a contratar mais empregados, aumentando ainda o valor do faturamento. 

Atualmente, os MEI só podem contratar um trabalhador e devem ter um faturamento bruto de até R$ 81 mil por ano para se enquadrar nessa categoria. 

“A ideia nossa é poder avançar, permitindo que esses empreendedores possam contratar mais pessoas, já que estamos reduzindo a jornada de trabalho. Isso irá trazer um avanço significativo, principalmente para buscarmos a formalidade do trabalho”, explicou Motta. 

A mudança para os MEI e possíveis alterações para categorias específicas devem ser tratadas depois da aprovação da PEC, em projeto de lei com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Posteriormente à promulgação da PEC, possamos tratar das excepcionalidades que possam ser feitas de acordo com o projeto de lei, com a particularidade de cada setor, porque nós não queremos que essa medida venha, de certa forma, a trazer nenhuma dificuldade naquilo que é uma questão operacional para serviços que têm cada um a sua especificidade”, acrescentou Hugo Motta.

Mais em Política