Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS29 de outubro de 2026
Brasil tem cinco regiões de recifes de corais costeiros sob ameaçaFachin arquiva mais cinco investigações do Inquérito das Fake NewsNa 17ª edição, Festival de Cinema Francês forma olhares no BrasilSob pressão de Trump, Cuba comemora aprovação na ONU contra bloqueioConsumo nos lares acumula alta de 2,70% até setembro, diz AbrasCondenado por lesão corporal contra mulher fica inelegível, decide TSEFuga e carta golpista ampliam isolamento de Flávio BolsonaroGoverno alerta que cadastramento para o Pix MEI ainda não começouDenúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turnoCâmara Municipal de SP discute impeachment do prefeito Ricardo NunesEscolas públicas têm até sábado para regularizar pendências com FNDEGoverno autoriza contrato de R$ 30 bi para motoristas de aplicativosBiometria facial será obrigatória para usuários de telefonia móvelPerdão das dívidas de MEIs é medida fiscal “necessária”, diz ministroContas do governo têm superávit de R$ 4,8 bilhões em setembroChristine Lagarde renuncia à presidência do Banco Central EuropeuSemana termina com previsão de chuva em grande parte do paísIsrael: sem vencedor declarado, partidos discutem coligaçõesBrasil diminui em 43% área de vegetação nativa fragmentadaMarisa Monte fará show beneficente para Instituto da ProvidênciaBrasil tem cinco regiões de recifes de corais costeiros sob ameaçaFachin arquiva mais cinco investigações do Inquérito das Fake NewsNa 17ª edição, Festival de Cinema Francês forma olhares no BrasilSob pressão de Trump, Cuba comemora aprovação na ONU contra bloqueioConsumo nos lares acumula alta de 2,70% até setembro, diz AbrasCondenado por lesão corporal contra mulher fica inelegível, decide TSEFuga e carta golpista ampliam isolamento de Flávio BolsonaroGoverno alerta que cadastramento para o Pix MEI ainda não começouDenúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turnoCâmara Municipal de SP discute impeachment do prefeito Ricardo NunesEscolas públicas têm até sábado para regularizar pendências com FNDEGoverno autoriza contrato de R$ 30 bi para motoristas de aplicativosBiometria facial será obrigatória para usuários de telefonia móvelPerdão das dívidas de MEIs é medida fiscal “necessária”, diz ministroContas do governo têm superávit de R$ 4,8 bilhões em setembroChristine Lagarde renuncia à presidência do Banco Central EuropeuSemana termina com previsão de chuva em grande parte do paísIsrael: sem vencedor declarado, partidos discutem coligaçõesBrasil diminui em 43% área de vegetação nativa fragmentadaMarisa Monte fará show beneficente para Instituto da Providência
Economia

Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período

A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio

Fonte: Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil30 de abril de 2026 às 13:483 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período
Foto: Agência Brasil
A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego não ultrapassava 6%. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação foi de 5,8%.

No entanto, o IBGE não recomenda comparação em meses imediatamente seguidos, pois há sobreposição de dados. Por exemplo, os números de fevereiro se repetem nas duas últimas divulgações da pesquisa. Por isso, o instituto prefere fazer comparações com o quarto trimestre de 2025.

Trabalhadores

O primeiro trimestre de 2026 terminou com 6,6 milhões em busca de emprego. É a chamada população desocupada. O contingente é 19,6% superior (1,1 milhão de pessoas) ao do quarto trimestre de 2025, porém fica 13% a menos que o primeiro trimestre de 2025.

No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a 102 milhões de pessoas, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado, ou seja, comparação anual.

Comportamento sazonal

O comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, ou seja, típicas do período do ano, como explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.

“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de educação e saúde no setor público municipal.”

De todos os 10 agrupamentos de atividades apurados pelo IBGE, nenhum apresentou crescimento de ocupados, e três tiveram queda: comércio (1,5%, ou menos 287 mil pessoas ocupadas), administração pública (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).

Queda na informalidade

Apesar de a taxa de desocupação ter aumentado no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025, o Brasil vivenciou redução da informalidade.

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.

O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa.

O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre: 26 milhões. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais).

Pnad

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.

De acordo com o Caged, março apresentou saldo positivo de 228 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,2 milhão de postos com carteira assinada.

Mais em Economia