Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS29 de maio de 2026
Fies: convocação para vagas remanescentes termina hojeLei institui 19 de março Dia Nacional da Artesã e do ArtesãoSTF: maioria é contra lei que permite pais vetarem aulas sobre gêneroGoverno publica lei que cria Universidade Federal IndígenaQuênia prende 8 estudantes suspeitos de incêndio criminoso em escolaPrazo para declarar Imposto de Renda termina às 23h59 desta sextaEconomia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestrePopulação em situação de rua passa de 388 mil em maio; SP lideraBrasileirão Feminino Sub-20: TV Brasil transmite Flamengo X São PauloTermina domingo prazo para declaração anual do MEI; confira regrasThiago Regotto é o novo diretor-geral da EBCGuta Ramos assume Diretoria de Conteúdo e Programação da EBCTrabalhadores planejam mais tempo com a família com fim da 6x1Caixa conclui pagamento da parcela de maio do Bolsa FamíliaRádio MEC transmite homenagem ao pianista Luiz de Moura CastroReceita paga nesta sexta maior lote de restituição do IR da históriaRJ: subtenente da PM morre com tiro de fuzil em ataque de motoqueirosMega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 10 milhõesCastro desiste de candidatura ao Senado após ser alvo de ações da PFZanin decide que STF vai julgar caso de venda de sentenças no STJFies: convocação para vagas remanescentes termina hojeLei institui 19 de março Dia Nacional da Artesã e do ArtesãoSTF: maioria é contra lei que permite pais vetarem aulas sobre gêneroGoverno publica lei que cria Universidade Federal IndígenaQuênia prende 8 estudantes suspeitos de incêndio criminoso em escolaPrazo para declarar Imposto de Renda termina às 23h59 desta sextaEconomia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestrePopulação em situação de rua passa de 388 mil em maio; SP lideraBrasileirão Feminino Sub-20: TV Brasil transmite Flamengo X São PauloTermina domingo prazo para declaração anual do MEI; confira regrasThiago Regotto é o novo diretor-geral da EBCGuta Ramos assume Diretoria de Conteúdo e Programação da EBCTrabalhadores planejam mais tempo com a família com fim da 6x1Caixa conclui pagamento da parcela de maio do Bolsa FamíliaRádio MEC transmite homenagem ao pianista Luiz de Moura CastroReceita paga nesta sexta maior lote de restituição do IR da históriaRJ: subtenente da PM morre com tiro de fuzil em ataque de motoqueirosMega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 10 milhõesCastro desiste de candidatura ao Senado após ser alvo de ações da PFZanin decide que STF vai julgar caso de venda de sentenças no STJ
Economia

Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA

O dólar fechou em queda, e a bolsa brasileira encerrou o pregão no campo negativo nesta quinta-feira (28), em um dia marcado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos também ajudou moedas de países emergentes. O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%). A cotação iniciou o dia a R$ 5,07, mas recuou após a abertura dos mercados estadunidenses. Na mínima do dia, por volta das 15h15, ch

Fonte: Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil*28 de maio de 2026 às 19:534 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA
Foto: Agência Brasil
O dólar fechou em queda, e a bolsa brasileira encerrou o pregão no campo negativo nesta quinta-feira (28), em um dia marcado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos também ajudou moedas de países emergentes.

O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%). A cotação iniciou o dia a R$ 5,07, mas recuou após a abertura dos mercados estadunidenses. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a R$ 5,02.

Apesar da queda desta quinta, a moeda norte-americana ainda acumula alta de 1,60% em maio. Em 2026, no entanto, a divisa cai 8,33%.

O alívio no câmbio não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quinta aos 175.063 pontos, com recuo de 0,39%. O indicador foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras e pela cautela em relação à evolução dos juros no Brasil.

Câmbio perde força

A moeda norte-americana operou em baixa durante quase toda a sessão, acompanhando o movimento observado no exterior. O mercado reagiu positivamente às informações de que Estados Unidos e Irã avançaram em um entendimento preliminar para ampliar o cessar-fogo no Oriente Médio e iniciar novas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

A possibilidade de redução das tensões na região diminuiu a procura global por ativos considerados mais seguros, como o dólar. O real acabou sendo beneficiado pelo movimento e teve desempenho superior ao de outras moedas emergentes.

Outro fator que influenciou o câmbio foi a divulgação do índice PCE nos Estados Unidos, principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed). O dado veio ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de inflação mais controlada na economia americana.

Ibovespa recua

Mesmo com as bolsas em Nova York batendo recorde, o Ibovespa terminou o dia em baixa. O índice brasileiro foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam a volatilidade dos preços do petróleo e fecharam em queda.

Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) da estatal recuaram 0,72%, enquanto as ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) caíram 1,16%. O desempenho negativo ocorreu apesar do anúncio de reajuste da gasolina nas refinarias feito pela companhia.

O mercado também monitorou indicadores de inflação e as perspectivas para a taxa Selic. Mesmo com sinais de desaceleração da atividade econômica, como a queda na criação de empregos formais em abril, a percepção de inflação ainda elevada mantém dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros pelo Banco Central.

Petróleo oscila

Os preços do petróleo tiveram um dia de forte volatilidade em meio às notícias envolvendo o Oriente Médio.

O petróleo Brent, referência internacional usada pela Petrobras, avançou 0,49% e fechou cotado a US$ 92,70 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 0,25%, para US$ 88,90.

A expectativa de um acordo que permita a reabertura plena do Estreito de Ormuz chegou a pressionar para baixo as cotações do produto. No entanto, as incertezas sobre o conflito e novos relatos de ataques na região mantiveram os investidores cautelosos, ajudando os contratos futuros a encerrar o dia em alta moderada.

*Com informações da Reuters

Mais em Economia