Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS28 de outubro de 2026
Presidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosUnião libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34Corinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio BolsonaroBrasil bate Polônia nos pênaltis e avança no Mundial Sub-17 FemininoEm carta, Flávio agradece Milei e Trump por apoio para fugir do BrasilAfastamentos por vício em jogos cresceram 5 vezes em três anosSuper-ricos geram mais poluição e lucram com desastres climáticosJustiça bloqueia R$ 327 mi do CV por venda ilegal de gás de cozinhaGoverno federal atuará em 45 casos de violência política no 2º turnoONU aprova resolução contra embargo dos EUA a CubaConselho Nacional de Direitos Humanos pede suspensão do Smart SampaPF indicia Vorcaro e mais 14 investigados no caso MasterCNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026PF investiga circunstâncias da fuga de Flávio Bolsonaro do BrasilKassio pede à PGR parecer sobre revisão da pena de BolsonaroPresidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosUnião libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34Corinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio BolsonaroBrasil bate Polônia nos pênaltis e avança no Mundial Sub-17 FemininoEm carta, Flávio agradece Milei e Trump por apoio para fugir do BrasilAfastamentos por vício em jogos cresceram 5 vezes em três anosSuper-ricos geram mais poluição e lucram com desastres climáticosJustiça bloqueia R$ 327 mi do CV por venda ilegal de gás de cozinhaGoverno federal atuará em 45 casos de violência política no 2º turnoONU aprova resolução contra embargo dos EUA a CubaConselho Nacional de Direitos Humanos pede suspensão do Smart SampaPF indicia Vorcaro e mais 14 investigados no caso MasterCNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026PF investiga circunstâncias da fuga de Flávio Bolsonaro do BrasilKassio pede à PGR parecer sobre revisão da pena de Bolsonaro
Economia

Dólar cai para R$ 5,07, no menor nível em um mês

O dólar fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em um mês, enquanto a Bolsa brasileira avançou e o petróleo voltou a subir nesta terça-feira (14). Os mercados reagiram principalmente à divulgação da inflação dos Estados Unidos, que veio abaixo das expectativas. Os dados de inflação reduziram as apostas de alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos). Ao mesmo tempo, a permanência das tensões no Oriente Médio manteve o petróleo em alta. Notícias relacionadas: Di

Fonte: Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil*14 de julho de 2026 às 23:232 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Dólar cai para R$ 5,07, no menor nível em um mês
Foto: Agência Brasil
O dólar fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em um mês, enquanto a Bolsa brasileira avançou e o petróleo voltou a subir nesta terça-feira (14). Os mercados reagiram principalmente à divulgação da inflação dos Estados Unidos, que veio abaixo das expectativas.

Os dados de inflação reduziram as apostas de alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos). Ao mesmo tempo, a permanência das tensões no Oriente Médio manteve o petróleo em alta.

O dólar comercial caiu 1,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,074, menor fechamento desde 15 de junho. No acumulado de 2026, a moeda americana registra queda de 7,56% em relação ao real.

A desvalorização acompanhou o movimento global da moeda americana após o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos surpreender positivamente. O indicador registrou deflação de 0,4% em junho, acima da expectativa de índice negativo de 0,1%, enquanto a inflação acumulada em 12 meses ficou em 3,5%, também abaixo das projeções.

Com os números, investidores reduziram as apostas de uma nova alta dos juros americanos no curto prazo. Isso enfraqueceu o dólar em relação às principais moedas do mundo, favorecendo divisas de países emergentes, como o real.

O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, caiu 0,35%.

Bolsa avança

Principal índice da B3, o Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 176.641 pontos. O indicador recuperou o patamar dos 176 mil pontos após o recuo da véspera.

O principal fator de sustentação foi o alívio nas expectativas para os juros nos Estados Unidos, cenário que tende a beneficiar mercados emergentes como o Brasil.

Petróleo sobe

Os preços do petróleo registraram nova alta e alcançaram o maior nível em cerca de um mês, impulsionados pela continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã.

O barril do Brent, referência internacional, avançou 1,72%, para US$ 84,73. O petróleo WTI, do Texas, subiu 1,53%, encerrando o dia cotado a US$ 79,34.

Os preços seguem pressionados pelos riscos de interrupção da oferta mundial após o restabelecimento do bloqueio naval americano ao Irã e pelas incertezas envolvendo o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente.

Apesar da alta do petróleo, o avanço foi limitado pela avaliação de que preços elevados da energia podem pressionar a inflação global e reduzir o ritmo de crescimento econômico, afetando a demanda por petróleo nos próximos meses.

* com informações da Reuters

Mais em Economia