Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS28 de outubro de 2026
Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz AbrasLista das espécies da flora ameaçadas de extinção é atualizadaEntidades alertam médicos sobre pedidos de mamografia digitalEnem: mulheres e pardos lideram inscrições; confira o painel do InepAnvisa suspende venda de linguiça defumada após detecção de bactériaGoverno libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios e seca no NorteAnvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentaresRetinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticosINSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometriaRuy Castro vence prêmio principal do Jabuti pela 2ª vez consecutivaTCU aprova cálculo da alíquota de referência da CBS em 11,3%ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação ContençãoBrasil lamenta acidente de trem na Espanha, em que mais de 60 morreramPF impede desvio de até R$ 10 bi no seguro defeso no MaranhãoAeronave com Flávio Bolsonaro e família pousa nos Estados UnidosAmazônia e Cerrado evitaram emissões equivalentes às do JapãoGoverno libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúdeChuvas continuam favorecendo região do Matopiba no NordesteSTF nega ter ordenado buscas em endereços de Flávio BolsonaroAvião com Flávio Bolsonaro e família segue para MiamiConsumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz AbrasLista das espécies da flora ameaçadas de extinção é atualizadaEntidades alertam médicos sobre pedidos de mamografia digitalEnem: mulheres e pardos lideram inscrições; confira o painel do InepAnvisa suspende venda de linguiça defumada após detecção de bactériaGoverno libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios e seca no NorteAnvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentaresRetinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticosINSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometriaRuy Castro vence prêmio principal do Jabuti pela 2ª vez consecutivaTCU aprova cálculo da alíquota de referência da CBS em 11,3%ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação ContençãoBrasil lamenta acidente de trem na Espanha, em que mais de 60 morreramPF impede desvio de até R$ 10 bi no seguro defeso no MaranhãoAeronave com Flávio Bolsonaro e família pousa nos Estados UnidosAmazônia e Cerrado evitaram emissões equivalentes às do JapãoGoverno libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúdeChuvas continuam favorecendo região do Matopiba no NordesteSTF nega ter ordenado buscas em endereços de Flávio BolsonaroAvião com Flávio Bolsonaro e família segue para Miami
Economia

Dólar fecha no maior valor em duas semanas com queda no petróleo

O mercado financeiro terminou a segunda-feira (27) em direções opostas. O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras. No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity (bem primário com cotação internacional). Dólar avança N

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*27 de julho de 2026 às 21:357 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Dólar fecha no maior valor em duas semanas com queda no petróleo
Foto: Agência Brasil
O mercado financeiro terminou a segunda-feira (27) em direções opostas. O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras.

No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity (bem primário com cotação internacional).

Dólar avança

O dólar à vista encerrou esta segunda vendido a R$ 5,113, com alta de 0,62%. A cotação está no maior nível desde o último dia 13.

Apesar da valorização diária, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 0,98% em julho e de 6,86% em 2026.

A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos do produto.

Além disso, o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para quarta-feira, e continuou monitorando os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, além do cenário político doméstico.

No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou em leve alta.

Ibovespa sobe

Enquanto o câmbio refletiu a perda de força das commodities, a bolsa brasileira encontrou suporte no ambiente externo mais favorável ao risco.

O Ibovespa subiu 0,74%, encerrando o pregão aos 175.334 pontos, com volume financeiro de R$ 19,2 bilhões.

O avanço foi liderado pelas ações de bancos e de mineradoras, que compensaram a forte queda dos papéis ligados ao setor de petróleo.

A melhora do humor dos investidores ocorreu após o anúncio de uma pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, alimentando expectativas de retomada das negociações diplomáticas.

O mercado também continuou atento à expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense), que pode sinalizar os próximos passos da política monetária norte-americana.

Petróleo despenca

Os contratos internacionais de petróleo registraram forte correção depois da disparada observada na semana passada.

O Brent, referência para a Petrobras, caiu 6,33%, encerrando o dia a US$ 85,87 por barril. O WTI, do Texas, recuou 7,50%, para US$ 82,61.

A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países.

O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã e indicou haver possibilidade de um acordo, reduzindo temporariamente o prêmio de risco embutido nas cotações da commodity.

Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto.

* com informações da Reuters

Mais em Economia