Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS02 de junho de 2026
Enem 2026 terá atendimento especializado para TOC, ansiedade e TDAHSeleçao brasileira desembarca nos EUA e faz primeiro treino à tardeVeja argumentações apresentadas em relatório para taxar BrasilLula sanciona lei da Copa do Mundo Feminina e reconhece pioneirasJúri do caso Henry Borel entra na reta final; entenda próximos passosProblema operacional paralisa voos em São PauloPetrobras ajusta preços do diesel para R$ 1,12EUA atacam Pix para favorecer empresas de pagamentos estadunidensesChina defende soberania brasileira e propõe ampliar cooperaçãoPapa nomeia primeira mulher para liderar comunicações do VaticanoRJ: polícia faz ação contra venda clandestina de canetas emagrecedorasNa Mesa com Datena recebe o ministro da CGUGoverno dos EUA propõe nova tarifa de 25% sobre produtos brasileirosApelo turístico da Pequena África precisa de maior reconhecimentoGrupo especializado no tráfico internacional de cocaína é alvo da PFAcre luta para reverter desinformação e ampliar vacinação contra o HPVChina reconhece território brasileiro como livre da febre aftosaMega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feiraTSE julga recurso de Castro contra decisão que o tornou inelegívelExigido por Trump, Acordo de Abraão isola palestinos frente a IsraelEnem 2026 terá atendimento especializado para TOC, ansiedade e TDAHSeleçao brasileira desembarca nos EUA e faz primeiro treino à tardeVeja argumentações apresentadas em relatório para taxar BrasilLula sanciona lei da Copa do Mundo Feminina e reconhece pioneirasJúri do caso Henry Borel entra na reta final; entenda próximos passosProblema operacional paralisa voos em São PauloPetrobras ajusta preços do diesel para R$ 1,12EUA atacam Pix para favorecer empresas de pagamentos estadunidensesChina defende soberania brasileira e propõe ampliar cooperaçãoPapa nomeia primeira mulher para liderar comunicações do VaticanoRJ: polícia faz ação contra venda clandestina de canetas emagrecedorasNa Mesa com Datena recebe o ministro da CGUGoverno dos EUA propõe nova tarifa de 25% sobre produtos brasileirosApelo turístico da Pequena África precisa de maior reconhecimentoGrupo especializado no tráfico internacional de cocaína é alvo da PFAcre luta para reverter desinformação e ampliar vacinação contra o HPVChina reconhece território brasileiro como livre da febre aftosaMega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feiraTSE julga recurso de Castro contra decisão que o tornou inelegívelExigido por Trump, Acordo de Abraão isola palestinos frente a Israel
Economia

EUA atacam Pix para favorecer empresas de pagamentos estadunidenses

O escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) atacou o Pix brasileiro, acusando a tecnologia nacional de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay.   “Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial concedido ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que os concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, co

Fonte: Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil02 de junho de 2026 às 11:231 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
EUA atacam Pix para favorecer empresas de pagamentos estadunidenses
Foto: Agência Brasil
O escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) atacou o Pix brasileiro, acusando a tecnologia nacional de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay.  

“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial concedido ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que os concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA ao conceder essas vantagens apenas à empresa líder nacional [o Pix]”, diz o documento.

Segundo a recomendação da conselheira jurídica geral do USTR, Jennifer Thornton, o Brasil favorece, por meio de políticas, sua “campeã nacional, o Pix”, criado pelo Banco Central (BC).

“O papel duplo do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas. O banco agiu para prejudicar os provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA e dar preferência ao Pix”, acrescenta o documento

O relatório, publicado na noite dessa segunda-feira (1º), é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. 

Agora, o governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Pix como alvo

O relatório da USTR cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas, além de que o mecanismo de pagamento gratuito seja exibido nos sites e aplicativos dos bancos e empresas financeiras com destaque semelhante a qualquer outro tipo de transferência.

“Além disso, o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços, exigindo que as instituições participantes (incluindo as instituições que ela exige para participar do mecanismo) ofereçam o Pix gratuitamente a indivíduos”, afirma a investigação dos EUA.

Para a conselheira Jennifer Thornton, o Pix representa um ônus ou uma restrição ao comércio dos EUA, “impondo custos aos provedores de serviços americanos e forçando-os a promover sua concorrente brasileira sem qualquer compensação”.

Um ano de investigação

A ação contra o Pix brasileiro começou nos Estados Unidos (EUA) em 15 de julho de 2025, quando o governo Donald Trump anunciou a abertura de investigação sobre supostas práticas comerciais desleais do Brasil.

A agência de notícias dos EUA Bloomberg, especializada em economia e finanças, tem divulgado que as bandeiras de cartões de crédito como Visa e MasterCard, além das big techs, grandes empresas de tecnologia, tem pressionado o governo de Donald Trump para agir contra o Pix brasileiro.

Mais em Economia