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Justiça

Julgamento do caso Gritzbach é anulado e terá de recomeçar

O júri responsável pelo julgamento de três policiais militares acusados de participação na morte do empresário Vinícius Gritzbach foi anulado nesta segunda-feira (22). A defesa dos réus abandonou o plenário após desentendimento com o promotor, e, com isso, houve a dissolução do conselho de sentença.  A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda não tem data definida. Notícias relacionadas: Defesa diz que investigação da morte de Gritzbach foi manipulada. Caso Gritzbach: viúva de

Fonte: Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil22 de junho de 2026 às 23:184 visualizações
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Julgamento do caso Gritzbach é anulado e terá de recomeçar
Foto: Agência Brasil
O júri responsável pelo julgamento de três policiais militares acusados de participação na morte do empresário Vinícius Gritzbach foi anulado nesta segunda-feira (22). A defesa dos réus abandonou o plenário após desentendimento com o promotor, e, com isso, houve a dissolução do conselho de sentença. 

A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda não tem data definida.

Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, em 2024, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.

A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Na tarde de hoje, foram ouvidas sete testemunhas da acusação, mas com o aceite do pedido de invalidação feito pela defesa, esses depoimentos terão de ser refeitos. 

A previsão inicial era de cinco dias de julgamento, com 21 testemunhas ouvidas, das quais nove de acusação.

Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos. 

Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.

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