Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS28 de outubro de 2026
Morre Irene Santos, fotógrafa e pesquisadora da memória negraMães da Penha cobram justiça por mortes na Operação ContençãoRio Uruguai está em elevação e atinge cota de alerta em UruguaianaSantos: Polícia apreende dois menores suspeitos da morte de engenheiroRogério Marinho diz que não há provas de fraude eleitoralPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: as melhores atacantes do paísPresidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34União libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSCorinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio BolsonaroBrasil bate Polônia nos pênaltis e avança no Mundial Sub-17 FemininoEm carta, Flávio agradece Milei e Trump por apoio para fugir do BrasilAfastamentos por vício em jogos cresceram 5 vezes em três anosSuper-ricos geram mais poluição e lucram com desastres climáticosJustiça bloqueia R$ 327 mi do CV por venda ilegal de gás de cozinhaGoverno federal atuará em 45 casos de violência política no 2º turnoMorre Irene Santos, fotógrafa e pesquisadora da memória negraMães da Penha cobram justiça por mortes na Operação ContençãoRio Uruguai está em elevação e atinge cota de alerta em UruguaianaSantos: Polícia apreende dois menores suspeitos da morte de engenheiroRogério Marinho diz que não há provas de fraude eleitoralPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: as melhores atacantes do paísPresidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34União libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSCorinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio BolsonaroBrasil bate Polônia nos pênaltis e avança no Mundial Sub-17 FemininoEm carta, Flávio agradece Milei e Trump por apoio para fugir do BrasilAfastamentos por vício em jogos cresceram 5 vezes em três anosSuper-ricos geram mais poluição e lucram com desastres climáticosJustiça bloqueia R$ 327 mi do CV por venda ilegal de gás de cozinhaGoverno federal atuará em 45 casos de violência política no 2º turno
Justiça

Júri de PMs acusados pela morte de Gritzbach começa na próxima segunda

Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22). O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias. Notícias relacionadas: Gilmar Mendes manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach. STJ mantém prisão de policiais por envolvimento no caso Gritzbach. Motivação do

Fonte: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil19 de junho de 2026 às 18:534 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Júri de PMs acusados pela morte de Gritzbach começa na próxima segunda
Foto: Agência Brasil
Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22).

O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias.

Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.

Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos. A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Júri popular

O júri popular é um órgão especial da justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.

O julgamento tem início com a seleção dos sete jurados que vão julgar o caso. Depois começam a ser ouvidas as testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa dos réus quanto pela acusação, formada pelo Ministério Público, que será representado pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes. Para o julgamento deverão ser ouvidas um total de 21 testemunhas.

Na etapa seguinte, os três réus serão interrogados. Em seguida ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa e só então os sete jurados irão se reunir para decidir o destino dos três policiais: se eles serão condenados ou absolvidos pelos crimes.

Inquérito

Em março do ano passado, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião foram indiciados:

  •     Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime
  •     Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime
  •     Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores
  •     Fernando Genauro: policial militar e executor do crime
  •     Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime
  •     Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime

Os dois primeiros estão foragidos e enfrentam um processo separado. Por sua vez, o processo de Kauê do Amaral Coelho foi desmembrado e não será julgado nessa etapa.

Já os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão presos no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usarem fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.

Mais em Justiça