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Justiça

MP impede que contraventor Adilsinho retorne para o Rio de Janeiro

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve decisão favorável para que Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, permaneça acautelado na Penitenciária Federal em Brasília, onde se encontra por força de decisão emitida pelo Juízo da 3ª Vara Federal Criminal em 26 de fevereiro deste ano. No pedido, acatado pela 1ª Vara Criminal da Capital, o Gaeco destacou a posição de liderança de Adilsinho em

Fonte: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil07 de maio de 2026 às 07:021 visualizações
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MP impede que contraventor Adilsinho retorne para o Rio de Janeiro
Foto: Agência Brasil
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve decisão favorável para que Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, permaneça acautelado na Penitenciária Federal em Brasília, onde se encontra por força de decisão emitida pelo Juízo da 3ª Vara Federal Criminal em 26 de fevereiro deste ano. No pedido, acatado pela 1ª Vara Criminal da Capital, o Gaeco destacou a posição de liderança de Adilsinho em uma organização criminosa voltada à prática de crimes violentos.

O Juízo ressaltou que os fatos apresentados pelo MPRJ demonstraram que o grupo criminoso liderado pelo denunciado praticava homicídios vinculados ao comércio ilegal de cigarros do Paraguai e tinha envolvimento com o jogo do bicho, mantendo contato com órgãos de segurança estaduais.,

Por esse motivo, "a transferência para presídio federal se mostra necessária, para impedir eventual interferência do denunciado na colheita de provas e na intervenção de investigações”, destaca a decisão.

Adilsinho foi preso em 26 de fevereiro deste ano, em sua casa de praia em Cabo Frio, na Região dos Lagos. De acordo com a PF, a prisão foi possível “após um trabalho aprofundado de inteligência, análise de dados e monitoramento, que contou com o apoio do Serviço Aeropolicial, garantindo segurança e eficiência no cumprimento do mandado”.

“A ação visava desmontar uma organização criminosa armada e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo”, acrescentou, em nota, a PF.

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