Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS29 de outubro de 2026
PF cumpre no Rio novos mandados da Operação Unha e CarneEconomistas criticam usar corte de gastos para conter dívida públicaFinal brasileira garante 15º título do país na Libertadores FemininaRemo volta a vencer após 12 jogos e complica Botafogo no BrasileirãoAposta do Mato Grosso leva prêmio de mais de R$ 324 milhões da MegaBrasileirão: Palmeiras fica no zero com o Santos e Flamengo agradeceMorre Irene Santos, fotógrafa e pesquisadora da memória negraMães da Penha cobram justiça por mortes na Operação ContençãoRio Uruguai está em elevação e atinge cota de alerta em UruguaianaSantos: Polícia apreende dois menores suspeitos da morte de engenheiroRogério Marinho diz que não há provas de fraude eleitoralPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: as melhores atacantes do paísPresidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34União libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSCorinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio BolsonaroPF cumpre no Rio novos mandados da Operação Unha e CarneEconomistas criticam usar corte de gastos para conter dívida públicaFinal brasileira garante 15º título do país na Libertadores FemininaRemo volta a vencer após 12 jogos e complica Botafogo no BrasileirãoAposta do Mato Grosso leva prêmio de mais de R$ 324 milhões da MegaBrasileirão: Palmeiras fica no zero com o Santos e Flamengo agradeceMorre Irene Santos, fotógrafa e pesquisadora da memória negraMães da Penha cobram justiça por mortes na Operação ContençãoRio Uruguai está em elevação e atinge cota de alerta em UruguaianaSantos: Polícia apreende dois menores suspeitos da morte de engenheiroRogério Marinho diz que não há provas de fraude eleitoralPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: as melhores atacantes do paísPresidente do TSE diz que eleições ocorreram dentro da normalidadeGoverno estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoralAfiliada da TV Brasil estreia retransmissora em Ceres-GOMEC Idiomas inclui curso gratuito de coreano, com aulas e exercíciosIbovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34União libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBSCorinthians é o 1º classificado à final da Libertadores FemininaTrump diz que não vai se envolver sobre declaração de Flávio Bolsonaro
Justiça

PGR pede ao Supremo retorno de Monique Medeiros à prisão

A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se ao Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira (15), para que determine o retorno à prisão de Monique Medeiros, acusada no caso Henry Borel e mãe da criança assassinada. A PGR corrobora a reclamação encaminhada à Corte por Leniel Borel, assistente de acusação e vítima direta dos crimes que resultaram na morte de seu filho, Henry Borel. Notícias relacionadas: Caso Henry Borel: Monique Medeiros é demitida pela prefeitura do Rio. Defesa de

Fonte: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil16 de abril de 2026 às 21:029 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
PGR pede ao Supremo retorno de Monique Medeiros à prisão
Foto: Agência Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se ao Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira (15), para que determine o retorno à prisão de Monique Medeiros, acusada no caso Henry Borel e mãe da criança assassinada.

A PGR corrobora a reclamação encaminhada à Corte por Leniel Borel, assistente de acusação e vítima direta dos crimes que resultaram na morte de seu filho, Henry Borel.

O documento da PGR encaminhado ao ministro Gilmar Mendes reconhece que o relaxamento da prisão de Monique pelo 2º Tribunal do Júri, em março, “importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”.

Na manifestação, a PGR observa que “a aferição de excesso de prazo não se reduz a critério puramente aritmético, devendo observar o princípio da razoabilidade, a complexidade do feito e a conduta das partes”.

No documento, a Procuradoria-Geral da República escreve que “inexiste constrangimento ilegal por excesso de prazo quando o adiamento do julgamento decorre de ato da defesa do corréu (abandono de plenário) e de oposição da própria ré à cisão processual”.

A manifestação também afasta a tese de excesso de prazo ao destacar que o adiamento do julgamento decorreu de ato da defesa, não podendo tal manobra beneficiar réus por crime de tamanha gravidade.

“Como pai, assistente de acusação e vítima dessa tragédia, sempre tive a convicção de que não era possível aceitar passivamente mais esse retrocesso. A manifestação da PGR mostra que nossa iniciativa junto ao Supremo está correta, firme e juridicamente necessária. Não se pode transformar atraso provocado pela defesa em argumento para enfraquecer a Justiça. Meu filho Henry merece respeito e a Justiça precisa prevalecer”, afirmou Borel ao comentar a decisão da PGR.

Leniel Borel disse que seguirá firme para impedir que “a luta por justiça pelo meu filho, Henry Borel, seja marcada por novos retrocessos e para garantir que sua memória seja defendida com seriedade, responsabilidade e verdade”.

Entenda o caso

Em 23 de março, no dia do julgamento de Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros, acusados da morte do menino Henry Borel, a juíza Elizabeth Machado Louro, que presidia a sessão, decidiu soltar a acusada argumentando que “a defesa de Dr. Jairinho, padrasto de Henry, pediu o adiamento do júri, por falta de acesso às provas”. 

Após o indeferimento do pedido da defesa pela juíza, os advogados de defesa abandonaram o plenário. Com essa atitude, o julgamento foi adiado para 25 de maio.

A pedido da defesa de Monique, a juíza relaxou a prisão da ré, por entender que ela foi prejudicada pelo abandono da defesa de Jairo, que provocou o adiamento do julgamento. 

A prisão de Monique foi pedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. 

Mais em Justiça