Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS04 de agosto de 2026
Flávio Dino autoriza novo inquérito da PF para investigar LulinhaEmplacamentos de veículos cresceram 10% em julhoBarça anuncia Kerolin com valor recorde no futebol feminino brasileiroCristo Redentor iluminado na cor laranja alerta contra o feminicídioSTF inicia análise de leis sobre meio ambiente e terras indígenasOperação Lívia combate rede que induzia jovens a suicídio na internetTrabalhadores da CPTM realizam assembleia sobre continuidade da greveSP: ventania pode atingir 50 km/h no fim de semanaConcessionárias de energia veem dificuldade crescente com o climaMoraes pede parecer da PGR sobre proibição de visitas a BolsonaroCNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juizLula conversa com Putin sobre comércio e geopolíticaGoverno reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheresMinistro Fachin apresenta novas regras de conduta para magistradosGravidez reduz oportunidades e autonomia de meninas, mostra pesquisaRepublicanos se manterá neutro na corrida presidencialPCDF investiga suspeitos de planejar atentados no período eleitoralSUS terá 100 mil teleatendimentos em saúde mental para vício em betsImpacto das telas na saúde mental já é debatido em 80% das escolasPF investiga senador Weverton Rocha por suspeita de desvios no INSSFlávio Dino autoriza novo inquérito da PF para investigar LulinhaEmplacamentos de veículos cresceram 10% em julhoBarça anuncia Kerolin com valor recorde no futebol feminino brasileiroCristo Redentor iluminado na cor laranja alerta contra o feminicídioSTF inicia análise de leis sobre meio ambiente e terras indígenasOperação Lívia combate rede que induzia jovens a suicídio na internetTrabalhadores da CPTM realizam assembleia sobre continuidade da greveSP: ventania pode atingir 50 km/h no fim de semanaConcessionárias de energia veem dificuldade crescente com o climaMoraes pede parecer da PGR sobre proibição de visitas a BolsonaroCNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juizLula conversa com Putin sobre comércio e geopolíticaGoverno reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheresMinistro Fachin apresenta novas regras de conduta para magistradosGravidez reduz oportunidades e autonomia de meninas, mostra pesquisaRepublicanos se manterá neutro na corrida presidencialPCDF investiga suspeitos de planejar atentados no período eleitoralSUS terá 100 mil teleatendimentos em saúde mental para vício em betsImpacto das telas na saúde mental já é debatido em 80% das escolasPF investiga senador Weverton Rocha por suspeita de desvios no INSS
Justiça

CNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juiz

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (4) o fim da aposentadoria compulsória e também a previsão da perda de cargo como punição disciplinar máxima para juízes que cometam infrações graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras.  Pela nova resolução disciplinar, em caso de condenação em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o juiz poderá ser colocado em disponibilidade para a perda do cargo. A eventual exoneração, contudo, somente poderá ser d

Fonte: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil04 de agosto de 2026 às 18:133 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
CNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juiz
Foto: Agência Brasil
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (4) o fim da aposentadoria compulsória e também a previsão da perda de cargo como punição disciplinar máxima para juízes que cometam infrações graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras. 

Pela nova resolução disciplinar, em caso de condenação em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o juiz poderá ser colocado em disponibilidade para a perda do cargo. A eventual exoneração, contudo, somente poderá ser determinada por decisão judicial. 

O procedimento segue decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou o fim da aposentadoria compulsória, com vencimentos proporcionais, como punição máxima, mas condicionou eventual perda de cargo, sem vencimentos, à abertura de uma ação judicial pela Advocacia-Geral da União (AGU). 

Durante a sessão de votação, o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, disse que a medida representa “uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão” e que o problema é trabalhado “com atenção, levando em conta os desafios e as complexidades que ele apresenta”. 

Em 20 anos, o conselho condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.

Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.

Antes da decisão do Supremo, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo CNJ. 

Mais em Justiça