Portal Espaço Notícias
ÚLTIMAS05 de novembro de 2026
Alcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar CâmaraSUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de peleAnatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMSPará registra maior exploração madeireira dos últimos cinco anosEntidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6x1Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do CopomOrlando Luz e Rafael Matos arrematam vaga histórica no ATP FinalsSetor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao anoSete brasileiros são eleitos para assembleias estaduais nos EUATornados e temporais atingem Santa Catarina e Rio Grande do SulFenabrave prevê aumento de 12,8% na venda de veículos novos em 2026Receita apreende 15 toneladas de produtos irregulares no Porto do RioBanco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao anoMendonça dá 15 dias para PGR analisar indiciamento de VorcaroOAB-RJ tem mais de 3 mil denúncias sobre golpe do falso advogadoBrasil é dominado pela Nigéria e cai na Copa do Mundo Feminina Sub-17MEC Enem reúne recursos gratuitos para a reta final de preparaçãoAssédio eleitoral supera 7 mil denúncias, aponta ministérioNos EUA, Flávio Bolsonaro vota remotamente a favor da PEC da SegurançaEleições nos EUA têm vitórias históricas de minorias sub-representadasAlcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar CâmaraSUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de peleAnatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMSPará registra maior exploração madeireira dos últimos cinco anosEntidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6x1Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do CopomOrlando Luz e Rafael Matos arrematam vaga histórica no ATP FinalsSetor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao anoSete brasileiros são eleitos para assembleias estaduais nos EUATornados e temporais atingem Santa Catarina e Rio Grande do SulFenabrave prevê aumento de 12,8% na venda de veículos novos em 2026Receita apreende 15 toneladas de produtos irregulares no Porto do RioBanco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao anoMendonça dá 15 dias para PGR analisar indiciamento de VorcaroOAB-RJ tem mais de 3 mil denúncias sobre golpe do falso advogadoBrasil é dominado pela Nigéria e cai na Copa do Mundo Feminina Sub-17MEC Enem reúne recursos gratuitos para a reta final de preparaçãoAssédio eleitoral supera 7 mil denúncias, aponta ministérioNos EUA, Flávio Bolsonaro vota remotamente a favor da PEC da SegurançaEleições nos EUA têm vitórias históricas de minorias sub-representadas
Justiça

Entidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6x1

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressaram nesta quarta-feira (4) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o fim da escala de trabalho 6x1. Na ação, a CNI alega que a Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada no mês passado pelo Congresso Nacional, fere a segurança jurídica, a livre iniciativa econômica e a autonomia coletiva trabalhista. Notícias relacionadas: Governo prevê decreto do f

Fonte: André Richter - Repórter da Agência Brasil04 de novembro de 2026 às 23:235 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Entidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6x1
Foto: Agência Brasil
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressaram nesta quarta-feira (4) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o fim da escala de trabalho 6x1.

Na ação, a CNI alega que a Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada no mês passado pelo Congresso Nacional, fere a segurança jurídica, a livre iniciativa econômica e a autonomia coletiva trabalhista.

A confederação também sustenta que o fim da escala vai impactar nos acordos trabalhistas ainda vigentes e acordados entre empresas e trabalhadores.

“As convenções e acordos coletivos de trabalho vigentes devem manter plenos efeitos até o término regular de seus prazos de vigência ou até que sobrevenha nova pactuação coletiva autônoma”, afirma a CNI.

Sobre os impactos financeiros, a CNI afirmou que a redução da jornada de trabalho, somada com a ampliação do repouso semanal sem redução de salário, vai aumentar o custo do trabalho formal da indústria em 11,1%, percentual equivalente a R$ 88 bilhões.

A confederação citou que diversos setores da indústria funcionam de forma ininterrupta e sempre dependeram de negociações coletivas para definição do regime de folgas.  “A viabilidade dessas plantas fabris sempre dependeu tanto da negociação coletiva de regimes compensatórios com ciclos plurimensais ou anuais quanto da previsão legal de regimes diferenciados de trabalho e repouso cumulativo”, completou a entidade.

Já a CNC informou que pretende adiar o início da redução das horas de trabalho para outubro de 2027. A nova jornada deve entra em vigor em 15 de dezembro deste ano. 

Fim da escala 6x1

Em uma decisão histórica, o Senado Federal aprovou no mês passado o fim da escala 6x1 de trabalho. Com isso, o trabalhador passa a ter dois dias por semana de descanso remunerado, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial. Além disso, a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais terá uma regra de transição de 14 meses.

A medida foi aprovada, na ocasião, com votos da base governista e da oposição. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

O fim da escala foi celebrado por entidades representativas dos trabalhadores. Para a categoria, a nova jornada permitirá ao trabalhador ter maior contato com a família e poder se dedicar a outras atividades e estudo.

Uma pesquisa realizada em fevereiro deste ano pela Nexus mostrou que 73% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6x1. 

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou que o decreto que regulamentará o fim da escala deve sair na próxima segunda-feira (9). O texto estabelecerá diretrizes para a organização das jornadas e garantir pelo menos oito folgas por mês aos trabalhadores. Segundo Marinho, o decreto terá como objetivo coordenar a adoção das diferentes escalas de trabalho nos setores econômicos, sem comprometer os direitos dos empregados nem o funcionamento das empresas.

Mais em Justiça