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PF combate tráfico de pessoas e trabalho análogo à escravidão no Rio

A Operação Juro Zero, deflagrada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (21), investiga crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo à escravidão, envolvendo cidadãos colombianos, em municípios da região sul do  Rio de Janeiro. De acordo com a PF, as investigações tiveram início a partir de denúncia apresentada por “colombianos que teriam sido aliciados para virem ao Brasil com promessa de trabalho na área do turismo, tendo suas passagens aéreas financiadas pelo grupo investigado”. Notíc

Fonte: Agência Brasil21 de maio de 2026 às 12:574 visualizações
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PF combate tráfico de pessoas e trabalho análogo à escravidão no Rio
Foto: Agência Brasil
A Operação Juro Zero, deflagrada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (21), investiga crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo à escravidão, envolvendo cidadãos colombianos, em municípios da região sul do  Rio de Janeiro.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início a partir de denúncia apresentada por “colombianos que teriam sido aliciados para virem ao Brasil com promessa de trabalho na área do turismo, tendo suas passagens aéreas financiadas pelo grupo investigado”.

“Contudo, após chegarem ao Brasil, o cenário apresentado teria sido alterado, passando as vítimas a viver em condições análogas à de escravidão”, informa a Polícia Federal.

“Há, ainda, elementos de informação indicando que os investigados atuariam em esquema de agiotagem, utilizando os imigrantes em cobranças de dívidas, muitas vezes mediante violência e grave ameaça”, completou.

Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão, nos municípios fluminenses de Pinheiral e de Resende, ambos expedidos pela 3ª Vara Federal de São João de Meriti.

As investigações apuram também a existência de outros cidadãos colombianos em situação semelhante, “inclusive residindo em condições incompatíveis com a dignidade humana”.

A PF acrescenta que as ações objetivam reunir mais provas que ajudem “na completa identificação da organização criminosa, bem como na individualização das condutas praticadas pelos investigados”.

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