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Internacional

Brasil coloca equipes de saúde e insumos à disposição da Venezuela

O Ministério da Saúde do Brasil está em contato com a Venezuela para enviar ajuda com insumos e pessoal da área da saúde para o país vizinho, afetado por fortes terremotos de 7.2 e 7.5 na escala ritcher nessa quarta-feira (24). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que manteve contato com o Ministério da Saúde da Venezuela para definir o envio de ajuda ao país. Notícias relacionadas: Terremotos na Venezuela deixam ao menos 164 mortos . Venezuela decreta emergência após terremotos. Lu

Fonte: Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil25 de junho de 2026 às 13:082 visualizações
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Brasil coloca equipes de saúde e insumos à disposição da Venezuela
Foto: Agência Brasil
O Ministério da Saúde do Brasil está em contato com a Venezuela para enviar ajuda com insumos e pessoal da área da saúde para o país vizinho, afetado por fortes terremotos de 7.2 e 7.5 na escala ritcher nessa quarta-feira (24).

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que manteve contato com o Ministério da Saúde da Venezuela para definir o envio de ajuda ao país.

“Desde ontem pela noite, seguindo diretrizes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fizemos contato com a OPAS [Organização Pan-americana de Saúde] e Ministério da Saúde do nosso país vizinho colocando-nos a disposição para qualquer ação humanitária”, disse o ministro, em uma rede social.

A assessoria do ministério completou que ainda não houve pedido oficial de ajuda da Venezuela.

A OPAS, entidade ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS),  tem atuado na Venezuela na resposta ao terremoto. O chefe da instituição, Jarbas Barbosa, disse que está trabalhando com as autoridades do país caribenho.

“A OPAS na Venezuela está trabalhando com as autoridades de saúde, enquanto o Centro de Operações de Emergência em Washington apoia a resposta e coordena com a ONU e parceiros para atender às necessidades urgentes”, comentou Barbosa.

Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam para probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica de 1 a 7% do Produto Interno Bruto (PIB). 

O terremoto levou chefes de Estado de todo o mundo se solidarizar com a Venezuela, prometendo o envio de ajuda ao país sul-americano.

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