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Internacional

Líderes de todo o mundo se solidarizam com Venezuela após terremoto

Os fortes terremotos, de 7.2 e 7.5 graus na escala Ritcher, que afetaram a Venezuela nessa quarta-feira (24), levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizarem com o país sul-americano. Expressaram solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, além da intenção de enviar ajuda, os líderes da França, do Brasil, Irã, da Arábia Saudita, de Cuba, da Turquia, China, Índia, Rússia, do  Paquistão, da União Africana, Itália, União Europeia, Espanha, Bolívia, do Chile, da Colômbia, Argentina, do

Fonte: Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil25 de junho de 2026 às 13:042 visualizações
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Líderes de todo o mundo se solidarizam com Venezuela após terremoto
Foto: Agência Brasil
Os fortes terremotos, de 7.2 e 7.5 graus na escala Ritcher, que afetaram a Venezuela nessa quarta-feira (24), levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizarem com o país sul-americano.

Expressaram solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, além da intenção de enviar ajuda, os líderes da França, do Brasil, Irã, da Arábia Saudita, de Cuba, da Turquia, China, Índia, Rússia, do  Paquistão, da União Africana, Itália, União Europeia, Espanha, Bolívia, do Chile, da Colômbia, Argentina, do Peru, México, Panamá e dos Estados Unidos (EUA), entre outras nações.

Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam a probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica de 1% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB). 

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou “grande preocupação e consternação” com o desastre natural, prometendo enviar ajuda e assistência ao país. 

A presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodriguez, agradeceu o apoio do líder brasileiro.

“Valorizamos sinceramente esse gesto de solidariedade e fraternidade entre os nossos povos, reafirmando os laços históricos de cooperação e amizade que nos unem”, respondeu Delcy a Lula.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que entrou em contato com o governo “do país irmão” e instruiu seu governo a preparar o envio de ajuda necessária.

“Nos foi solicitado que prestássemos apoio com pessoal especializado em resgate e assistência médica. O México sempre se solidariza — e continuará a se solidarizar — com os outros”, afirmou a presidente.

Por sua vez, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, informou que “profissionais de saúde cubanos estão cooperando ativamente na prestação de assistência aos afetados”.

Estados Unidos

O governo dos EUA se manifestou por meio das redes sociais tanto do presidente Donald Trump, quanto do secretário de Estado, Marco Rubio. Trump destacou que o país está disposto a ajudar e Rubio informou que seriam enviadas equipes de busca e resgate ao país, além de recursos médicos e de assistência humanitária.

“Instruí todas as agências do nosso governo a se prepararem para agir rapidamente. Estaremos lá para nossos novos e queridos amigos. Os primeiros relatos não são bons”, disse o chefe da Casa Branca.

Guiana

Os terremotos que afetaram a Venezuela fizeram a rivalidade com a vizinha Guiana, envolvida na disputa pelo território de Essequiba, ser deixada de lado. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, manifestou solidariedade.

“Como vizinhos, estamos prontos para oferecer assistência dentro de nossa capacidade. Nosso amor, nossas orações e nossos pensamentos estão com as famílias dos afetados e o povo da Venezuela”, afirmou Ali em uma rede social.

A mensagem foi respondida pela presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que agradeceu o gesto do chefe de Estado do país vizinho.

“A sua mensagem transmite solidariedade, respeito e um sentido de vizinhança em relação aos venezuelanos”, disse a chefe de Estado, em Caracas.

China

O governo chinês também disse que está pronto para enviar a ajuda que puder à Venezuela.

“Estamos confiantes de que, sob a liderança do governo, o povo da Venezuela se recuperará e reconstruirá em breve”, disse Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

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